21.7.09
17.7.09
tu és... a minha louca fantasia.

eu sou... beijo louco e repentino.
'há quanto tempo isto está p'ra acontecer ?
mais dia menos dia, vou ter que te dizer:
não posso mais! viver assim
olhar p'ra ti, sem te ter perto de mim
não posso mais! viver tentado
pensar em ti, querer-te ter sempre a meu lado'
queca de
Carrie (ou não)
1 quecas
Etiquetas: Delírios..., Playlist, Verdades Inconvenientes
8.5.09
empregos de sonho
Como é que se arranjam empregos destes?!...
Para onde devo enviar o meu curriculo?
Ou será, apenas, através de cunhas?...

Uma das melhores profissões do mundo:
atiçador dos mamilos da JLo durante a gravação dos videoclipes!
.
(Melhor do que isto só poderá ser prestar o mesmo tipo de trabalho à Beyoncé.
Ou dar aulas de "como bem beijar" ao Justin Timberlake e ao Brad Pitt...)
queca de
Carrie (ou não)
1 quecas
Etiquetas: Verdades Inconvenientes
6.5.09
24.4.09
4.8.08
todos os homens batem à punheta?
queca de
samantha hattrick
2
quecas
Etiquetas: CONSULTÓRIO DOUBLE SAM..., Verdades Inconvenientes
25.7.08
.CC
queca de
Carrie (ou não)
1 quecas
Etiquetas: BBC - Queca Selvagem, e esta hein?, E mais não posso dizer ;), Infidelidade, kama sutra, O Império dos Sentidos, Verdades Inconvenientes
5.6.08
Frágil: longe de E. Fromm e E. Levinas
Ela já o tinha amado, há muito tempo atrás, esse amor convencional destituído de âncoras e cumplicidade profunda. Esse amor que toda a gente deseja de ter de alguém, dar a alguém e, tão, conceptualmente partilhável, tão convencional. Ainda que pela primeira vez estivesse, frágil, a partilhar a aspiração comum-universal sobre o amor. E sabia que era proibitivo dizer-lho, então, porque não se haviam nunca fundido num espaço correlativo: ele não sentia amor, convencional que fosse, por ela.
Por isso, despediu-se muitas vezes dele, todas as vezes que a razão lhe permitiu fazê-lo só para antecipar um fim natural e evitar que o tempo a radicasse cada vez mais a ele até ao dia em que, sabia, ele se iria embora. Teorizava a economia da dor que a ausência dele haveria de trazer. Mas, amava-o e ia regressando, fraca, frágil, àquele não-amor.
Finalmente, ele foi embora e a dor dela proporcional aos dias e às horas, aos telefonemas e às mensagens, às férias e às noites juntos. Quando ele a deixou ainda não tinha começado a desamá-lo, sequer – apenas tinha ideia que devia fazê-lo.
A única coisa que pensa, agora, quando fica sozinha depois de lhe dizer que o ama é que espera – sem certeza alguma - que não seja verdade. Por ela. Porque ela tivera uma trabalheira enorme em desamá-lo, finalmente. Porque despendeu tempo, energia, lágrimas e telemóveis e alguma loiça de casa que foi, de quando em quando, partido – observando os cacos de si espalhando-se das paredes para o chão.
Não lhe chateia a alma terem voltado. Mas fica fodida ao colocar a hipótese de que voltou a amá-lo. Ainda que seja o tal amor convencional, sem filosofia ou teleologia com que se ralar. O amor não vale nada, esse amor de jantarem juntos e irem ao cinema, de passearem na praia e se telefonarem todos os dias em que falam das urgências profissionais de cada um, preocupando-se genuinamente e apoiando-se mutuamente nos seus desaires quotidianos, esse amor de fornicarem e no fim trocarem a palavra “amo-te”. Mas têm o que toda a gente tem, teve ou terá e isso, pensa, já não é mau de todo.
Para onde quer que olhe e veja amor só vê esse amor convencional. Esse que é limitado pela cidade, pelos amigos, pela família, pelo transe. E ela sabe que nunca vai aceder a mais do que esse amor conheça ela quem conhecer. O que os torna frágeis é que ela nem sequer o quer amar convencionalmente. Mais frágeis do que os outros, mais sujeitos à desistência. Ela nunca mais o quer amar.
O amor convencional é matreiro: podemos amar duas vezes a mesma pessoa mas será que podemos desamá-la duas vezes, também? Todo o amor deste universo comum é demasiado frágil, demasiado pobre para se arriscar. Jura que não voltará a amá-lo.
Frágil é que ele possa viver com isso e até dizer que a ama também, na lastimável realidade de nunca virem a ser AMOR, de nunca conhecerem a ALTERIDADE – afinal, como toda a gente, como as pessoas que ele conhece, como as pessoas que ela conhece. A grande diferença entre o mundo dele e o dela é que se se aproximam na partilha de uma vivência convencional do amor, mas no mundo dela – re-conhecem-na bem - ninguém a chateia com isso ou a desafia como se ela fosse obrigada a dar explicações de tabuada a sujeitinhos e sujeitinhas, menicaquinhos, que concorrem ou pretendem concorrer a um altar, cheios de amor convencional, jurando a pés juntos que o que multiplicam entre si é o AMOR pelo OUTRO. O AMOR. Cortejos de máscaras que parecem o Carnaval de Veneza… e depois, ela, ela que parou para experimentar pensar sobre a universalidade das coisas é que recusa desnudar-se ontologicamente?
O Rosto livre, meu amor convencional, não se passeia entre travessas e copos de vinho branco e isso não se pode explicar enquanto se apaga um cigarro e se acende outro com ar inquiridor – para se responder sobre o Mundo, sobre o Amor ou sobre a Morte, sobre a Vida até, é fundamental que haja quem tenha disponibilidade para abarcar uma visão de Si inteiramente diferente daquela a que se habituou.
E é tão raro, digo-te e fundamento, encontrar alguém com coragem para, de repente, se ousar desconstruir, fragilizar-se. Quando me perguntam, meu amor convencional, eu sei, sei antecipadamente que não me perguntam porque querem saber a resposta – não há assim tantas pessoas preparadas para a resposta. E se eu, por ventura, for levada a responder terei de o fazer com verdade – eu Amo a Verdade, e irei chocar, provavelmente magoar, tentar perpassar moléculas de vasta indignação mas ninguém me ouvirá. Sobre mim levantar-se-á a negação intransigente da reacção – e francamente, não tenho paciência para plantar guindastes que do solo se levantaram mas ao solo não chegam.
A nós, acredita-me, bastar-nos-ia o amor convencional – esse que não podemos ter. O que basta a todos, e a que quase todos aspiram, o frágil amor convencional.
Um dia, ela foi-se embora dele.
queca de
miranda
3
quecas
Etiquetas: coQUetices, Verdades Inconvenientes
29.5.08
20 e tal coisas que tornam preferível usar os dedos
1. No fim não tens de sorrir
2. Não precisas de sair de casa pró engate
3. Não se cansam antes de ti
4. Tens a certeza sobre todos os sítios onde os teus dedos já estiveram
5. Variedade: tens 10 para escolher
6. Podes parar sempre que te apetecer
7. Não fazem questão de conhecer a tua família
8. Não são ciumentos
9. Não cheiram mal
10. Não caem redondos a dormir quando terminam
11. Não fazem questão que conheças a família deles
12. Não preferem ficar a ver futebol
13. Não precisam de uma pausa para recuperar
14. Não ficam mais pequenos nem enrugados
15. A tua mãe não lhes vai colocar defeitos
16. Podes usar mais do que um ao mesmo tempo
17. Ninguém fica chocado por teres 10!
18. Não ficas à espera que te telefonem no dia seguinte
19. Não levantam suspeitas se os levares ao WC
20. Como se dividem por duas mãos podes usá-los em dois sítios ao mesmo tempo
21. Não ressonam, não arrotam, não acordam com mau-hálito
22. Têm grande variedade de tamanhos
23. Não param só pq já chegaste ao orgasmo
queca de
miranda
0
quecas
Etiquetas: kama sutra, Verdades Inconvenientes
19.5.08
A Verdade Inconveniente
Hipótese de filho sexy
A hipótese de filho sexy é um conceito da biologia evolutiva, proposta por P. J. Weatherhead e R. J. Robertson em 1979. A fémea tem a seu cargo seleccionar, entre pais potenciais:
-o macho cujos genes produzirão a descendência com melhor possibilidade de êxito reprodutivo;
-o melhor caregiver (ou qualquer outro benefício directo que o macho pode oferecer à fémea, tais como presentes nupciais, bom território, etc.)
Acontece que, muitas das vezes, é extremamente dificil conciliar as qualidades dum bom caregiver com os atributos exigidos aos melhores dos progenitores, num só macho.
A hipótese de filho sexy foi sugerida, assim, como a origem de alguns aspectos do comportamento sexual humano. Especialmente, foi mostrado que as mulheres são mais atraídas por homens tradicionalmente masculinos ("garanhões") durante os tempos mais férteis dos seus ciclos menstruais, e mais atraídas por homens relativamente femininos ("papais") durante o resto do ciclo. Essa observação levou à conclusão que a infidelidade é uma ocorrência natural nas mulheres e evolutivamente vantajoso, pela razão que isto lhes permitirá assegurar tanto os melhores genes como o melhor caregiver da sua descendência.
queca de
Carrie (ou não)
3
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Etiquetas: Verdades Inconvenientes

