30.3.12
28.3.12
28.1.12
15.12.11
aos amores!
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20.11.11
PRIMEIRA imPESSOA
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10.9.10
music was my first love

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5.8.10
days-off
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7.7.10
como ficar bem numa fotografia tipo passe
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21.6.10
um significado especial
- ou o quanto ter algum significado pode significar.
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Mas, afinal, o que é que significa dizer "Aquilo não significou nada para mim"? "Eu não signifiquei nada para ti?" O que é que significa alguém significar alguma coisa para nós, O que significas para mim? Em última análise, o que é que significa o quê?
Estas questões surgiram-me ao escutar sucessivamente afirmações (de negações), tais como "aquele beijo não significou nada para mim" ou "foi só um caso, sem significado algum".
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No dicionário de lingua portuguesa, significado significa (1) aquilo que uma coisa exprime ou representa (2) sentido de uma palavra ou de uma frase (3) palavra ou frase equivalente a outra (7) importância; valor; alcance.
Segundo o dicionário de filosofia, Ferrater Mora, "Na linguagem quotidiana manifesta-se com frequência que 'significar' equivale a 'querer dizer'. Mas quando perguntamos o que 'querer dizer' exprime encontramo-nos com várias respostas. Segundo elas, a significação pode ser (...) até ao ponto de 'coisa significada' querer dizer 'coisa significada mediante um conceito'."
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'Tu siginificas muito para mim' pois ajudas a definir quem sou, quem quero ser.
Será? A significação do outro como definindo o meu ser.
Quão importante é significar alguém mediante nós, mediante o conceito que temos de relação?
Talvez isso suceda porque parece fazer a vida significar algo. Adquirir sentido. Sem sentido, não consigo ser. Ser-me. És-me. Sou-te. Nem eu sei bem o que é que estou a 'querer dizer' com isto.
Geralmente, algo tende a perder significado para nós quando deixa de fazer sentido. Ou, ao contrário, passa a significar quando nos convém fazer sentido. Um beijo, por exemplo. "Aquele beijo". Aquele beijo que não chegou a ter significado, pois foi dado a um terceiro (excluido). Eu mesma o exclui, pois não fazia sentido intrometer-se entre os "dois" que já éramos. Tu sim fazias sentido. Não ele, o outro. O outro, o terceiro, provocaria o caos se eu tentasse, inclui-lo em mim, compreender a sua existência. O porquê do beijo. Aquele. Aquele que ia num outro sentido, variante, do rumo que nós, nós os dois, decidimos que a nossa vida iria tomar. Como uma cor que impressiona mas decido não colocar no quadro. Uma ideia perturbante que apago do livro que estou a escrever. Mas ele lá fica. Lá, nesse algures inabitável. Até, quem sabe, um dia, em que decido resgatá-lo do insensato. Porque aquilo que havia decidido ser 'o sensato', o significativo, acabou por ser uma desilusão. E aquele momento efémero, cor e frase confusas, beijo, foi o único que fez, realmente, algum sentido. E é a partir desse borrão, num outro contexto, que escrevemos uma nova história (ou não?).
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20.6.10
8.6.10
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cada estreia é uma estreia.
deixa-me sempre um pouco nervosa.
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Etiquetas: mamografia, Pensamentos do Dia
9.2.10
25.1.10
dazed and confused
o estado de espírito primitivo de onde poderá surgir
o mais inesperado dos sentimentos.
anseio. medo. orgulho.
liberdade. paz. desequilíbrio.
dor. êxtase.
ódio. auto-destruição.
caos. amor.
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"o caldo primitivo ou sopa primordial...
entendo perfeitamente.
Somos todos protozoários sentimentalões."
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23.1.10
20.10.09
14.10.09
o CRIME IMPERFEITO
- e os vários modos de morrer por dentro
(de amor, de desgosto, de desejo...)
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"Há crimes de paixão e crimes de lógica. Com uma certa dose de comodidade, distingue-os o Código Penal, pela premeditação. Vivemos no tempo de premeditação e do crime perfeito. Os nossos criminosos já não são aquelas crianças desarmadas que invocam o amor como desculpa. Hoje, pelo contrário, são adultos, e o seu álibi irrefutável é a filosofia que pode servir para tudo, até para transformar os assassinos em juízes.
Heathcliff, n'O Monte dos Vendavais, seria capaz de matar a terra inteira para possuir Cathie, mas nunca lhe ocorreria a ideia de afirmar que semelhante crime era racional ou justificado por um sistema. Cometê-lo-ia e por aí se fica toda a sua fé. Mas semelhante atitude pressupõe a força do amor e a existência do carácter. Como a força do amor é coisa rara, o homicídio mantém-se como acto excepcional e conserva, nessa altura, o seu aspecto de extrema violência. Mas, a partir do momento em que, por falta de carácter, se forja apressadamente uma doutrina, a partir do instante em que o crime se torna matéria de raciocínio, ela passa a proliferar como a própria razão e assume todas as figuras do silogismo. De solitário como um grito que foi, ei-lo universal como a ciência."
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(Isto foi, apenas, uma pequena introdução ao assunto. É só dar-me o tempo de retirar um punhal espetado nas costas e convalescer disso, que eu estarei em condições de dar seguimento ao tema.)
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Etiquetas: As Escolhas das Q.U., cinemateca, mamografia
9.10.09
blue velvet
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numa 'outra vida', ofereceram-me um cd com músicas gravadas. ele dizia que elas lhe lembravam de mim.
algumas já haviamos dançado, abraçados; outras, gostaria de, um dia, dança-las comigo.
esta (clicar) era uma delas. não tivemos o nosso tempo para dançá-la. ainda.
mas eu sou paciente.
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2.10.09
conheço-te melhor que tu mesmo
Só sei que te amo.
Por isso, me matas.
É justo.
Matas em nome da tua verdade.
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Etiquetas: mamografia















