1.2.08

CANÇÃO DO ENGATE

Tu estas livre e eu estou livre
E ha uma noite para passar
Porque nao vamos unidos
Porque nao vamos ficar
Na aventura dos sentidos

Tu estas só e eu mais só estou
Tu que tens o meu olhar
Tens a minha mao aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mao deserta

Vem que o amor
Nao é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te das

Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia

Tu continuas à espera
Do melhor que ja nao vem
E a esperanca foi encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada


ANTÓNIO VARIAÇÕES

5 comentários:

Anónimo disse...

"..quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que paga!"

Anónimo disse...

podem falar-me sobre infidelidade?!

my name is cy disse...

a infidelidade não existe meu caro H20mem...
é um verdadeiro mito urbano!

Anónimo disse...

hmmmmmmmmmmmmmmmmm... tou nada de acordo...

Anónimo disse...

é um tema polémico, o da infidelidade. dificilmente nos descentramos o suficiente das nossas vivências relativamente à infidelidade de modo a falarmos dela de forma objectiva e desapaixonada.
1 - a infidelidade existe.
2 - a fidelidade existe.
3 - onde acaba a fidelidade e começa a infidelidade?
4 - os homens e as mulheres lidam com este assunto da mesma forma?

parece-me que a infidelidade não começa quando, numa relação, alguém se envolve com uma terceira pessoa sem disso dar conhecimento ao parceiro. julgo que, em primeiro lugar, e para que ocorra infidelidade numa relação, essa relação não precisa, sublinho, não precisa, de estar constituída sob uma qualquer forma de compromisso. o compromisso, mas também a ausência dele - ambas as formas obrigam ao respeito pelo outro.
quanto a mim, o respeito passa, em larga medida, pelo dever de comunicar os sentimentos, e os pensamentos e as intenções do momento. tratar o outro pela medida em que gostariamos de ser tratados não trava a infidelidade mas oferece a opção, a escolha, o desenvolvimento do livre-arbítrio em decidir querer ou não estar com alguém que quer estar com outras pessoas. o amadurecimento das relações passa muito pela forma como se trata esta questão de querer estar com outros, de pensar noutras pesssoas fora da relação a dois.por conseguinte, a infidelidade, ocorre, na minha opinião, quando se escamoteia ao parceiro uma vontade de estar com outros, quando se esconde que não se está espiritualmente apto para não ceder num outro encontro. confessar-se capaz de ser infiel é substancialmente diferente de o ser efectivamente e contribui para que se estimule a relação e a confiança entre duas pessoas. afirmar não estar tendente à infidelidade é provavelmente o primeiro passo para para a cometer já q se apanha a si próprio de surpresa nalgum momento da vida. pode, apenas, optar por não objectivar essa descoberta e disso dar conta ao parceiro. se, consumar a infidelidade... se "ama" a pessoa que traiu, a pessoa q desrespeitou... então fique muito caladinho. há coisas na vida, que causam, partilhando a mesma essência causam diferentes tipos de dor: a verdade e a mentira são duas faces dessa moeda... a verdade pode magoar ainda mais pelo que no que toca à infidelidade, eu aconselho. "mentir até à morte". para quem não gosta de mentir, trate de ser fiel que é por isso q temos uma sociedade estruturada também a nível dos relacionamentos. é por isso q temos, casos, namoros, casamentos, divórcios... e é por isso q n tiramos as calças num jardim público como os cães - q n usam calças mas se usassem andavam sempre com elas pelos joelhos...
mas isto é só a minha opinião! bjocas