3.2.09

casamento



metade dos casamentos a que assisti nos últimos cinco anos terminaram.
garantidamente nenhum foi o meu. porquê?
óbvio, estive sempre como convidada..., espertinha, aqui a menina!

3 comentários:

Carrie (ou não) disse...

O que significa, ao certo, “fazer com que uma relação resulte”? Exactamente o que é que tem que resultar? Aquelas fantasias nas quais não acreditamos? Será o casamento apenas a auto-experiência a que nos “sujeitamos” e que nos permite provar a nós próprios que é um erro? Quantas vezes teremos que errar nessa experiência? Até quando, então, devemos continuar a tentar que resulte, uma vez que, no fundo, nem sequer queremos que resulte? Em nome do quê é que nos forçamos a mantermo-nos ao lado de alguém por tempo indeterminado? De nós? Dos outros? Dos filhos, que, muitas das vezes, resultam apenas da insistência para que isto do “nós” faça algum sentido? Quando o resultado já não é um “empate”, mas um “empata” a vida do outro?

Nascer no limiar, entre um velho e um novo paradigma familiar, não é propriamente fácil. Mas é, sem dúvida, estimulante e criativo.

Querida Miranda, isso só prova que és uma pessoa (auto)consciente: em caso de dúvida, se será bem ou mal, é melhor não fazer (é um dos princípios básicos da consciência).

Carrie (ou não) disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Carrie (ou não) disse...

Atenção. Não estou aqui a tentar dizer que já ninguém acredita no casamento- nem mesmo que eu não acredito no casamento (dos outros). Falo dos casos que optam por essa via, não porque a desejam, mas porque não encontram/criam alternativas melhores...