3.2.09

revolutionary road...

... e a profunda solidão de partilhar a vida com alguém.

1 comentário:

Carrie (ou não) disse...

Este post fez-me lembrar a ideia que Leibniz tinha acerca de “O melhor dos mundos possíveis”: Deus escolheu para a sua Criação o melhor dos mundos dentre todos aqueles que se apresentam como possíveis.

Após Nietzsche ter passado um atestado de óbito a Deus e numa era cientifico-tecnológica , em que deixámos de assumir o sexo unicamente pelas suas componentes procriadoras e acasaladoras, que sentido fará continuarmos a olharmo-nos como seres, preponderantemente, procriadores a acasaladores? Infelizes e frustrados se não tivermos realizado, pelo menos, umas dessas funções? Será a relação matrimonial, em todas as suas formas e variações, a “melhor das relações possíveis”? A “MELHOR DAS EXISTÊNCIAS POSSIVEIS”? (obviamente, caso não tenhamos optado por uma vida religiosa e celibatária)…